Como estou enfrentando (ou evitando) as tempestades?



Estamos vivendo um contexto biopsicossocial deveras adoecedor - um inconsciente coletivo carregado de medo, frustração, isolamento social e emocional e, consequentemente, adoecimento psíquico, o que acarreta um número alarmante de pessoas com transtornos mentais, bem como um consumo cada vez maior de psicotrópicos.


Mas como estamos recebendo, absorvendo e lidando (ou não) com este contexto temporal, externa e internamente? Afinal, como estamos enfrentando as “tempestades” pelas quais passamos?


Tentamos nos livrar, mas nos sentimos cada vez mais presos?

Procuramos alternativas e conseguimos olhar para o horizonte com esperança?

Tentamos fingir que as tempestades não existem, enquanto permanecemos à deriva?

Esperamos que alguém possa vir nos salvar?


A analogia é posta para que possamos refletir sobre o que estamos fazendo para buscar o nosso continente, o nosso próprio bem-estar, e se, da forma como agimos, estamos contribuindo de forma positiva ou negativa para o nosso estado emocional atual.


Refletir sobre o que guardamos, como agimos e como lidamos com a adversidade, assim como com a prosperidade, é um árduo exercício de autoconhecimento, que pode trazer dores e dissabores, dos quais, por vezes, preferimos evitar sequer pensar.


Por outro lado, a partir do momento que trazemos à luz aquilo que estava no fundo do barco, damos a oportunidade de criar outro sentido, ressignificar, jogar fora o que já não é mais necessário e seguir em frente, de uma forma mais leve, com autoestima elevada e autonomia suficiente para ajustar as velas e seguir o próprio caminho para a felicidade. Afinal, depois da tempestade, vem a calmaria.


E se você se identificou de alguma forma com qualquer situação posta nesse texto, te faço um convite para que possamos conversar, de forma acolhedora e dialógica. Permita-se!



Pedro Augusto de Oliveira Costa

Psicólogo

CRP-17/3548


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