De qual grupo você faz parte?





Representatividade é a expressão dos interesses de um grupo. Atualmente muito tem falado de grupos que lutam por causas como o combate ao racismo, o feminismo, reivindicações pelos direitos LGBTQIA+ e contra a LGBTfobia e luta dos grupos indígenas.


Esses grupos são considerados minorias sociais, pois existe pouca representatividade para esses grupos, isso significa, que tais pessoas não estão representadas no espaço público, como na política, em livros, em novelas, filmes, no jornalismo, nos cargos de maior poder e prestígio social. Ter alguém que representa suas ideias ou que ao menos se aproxime do seu ideal de sociedade é importante. Já imaginou como seria se existe apenas homens, brancos e héteros, nos órgãos públicos, seria mais difícil politicas publicas que atendesse as gravidas, por exemplo, afinal, como esse representante compreenderia as necessidades dessa mulher nessa fase tão delicada.


A representatividade contribui para a construção da subjetividade e identidade dos indivíduos que integram esse grupo, quando entram em contato com a arte e mídias. De forma que as pessoas internalizam desde a infância que meninas são princesas e sempre precisam ser salvas pelos príncipes (homens) por ser indefesas ou que mulher negra é representada como empregada doméstica na mídia, isso reforça que existe um lugar para cada pessoa.

Portanto, quando mulheres, negros, LGBTQI+ passam a ocupar outros espaços e se apresentarem de forma plural – menos padrão – permite-se a criação de um imaginário com mais diversidade.


Assim, a representatividade é fator construtivo de uma sociedade e que é necessário garantir as diferenças, diversidade e a pluralidade política, social e cultural de cada sujeito.



Psicologa Natália Menezes

CRP 06/158371

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