Fobia Específica

Atualizado: 18 de Jun de 2020

A Fobia Específica é caracterizada pela presença de medo acentuado e persistente, excessivo e irracional, desencadeado pela presença ou antecipação de um objeto ou situação específica. A exposição ao estímulo fóbico provoca quase invariavelmente uma resposta ansiosa imediata, onde o indivíduo reconhece que o medo é excessivo, mas não tem controle sobre suas reações. As situações fóbicas são evitadas com intensa ansiedade e mal-estar, interferindo significativamente na rotina diária, no funcionamento ocupacional, nos relacionamentos interpessoais e nas atividades sociais da pessoa.

Existem duas teorias sobre como as fobias são desenvolvidas: uma afirma que os medos são aprendidos, a outra que os medos são inatos. Na primeira teoria o autor cita que os medos podem ser aprendidos de modo direto ou indireto. No modo direto, o indivíduo pode ter passado por experiências com consequências dolorosas enquanto do indireto, os medos podem ter sido desenvolvidos a partir da observação de outras pessoas nesta situação. Na segunda teoria, o medo advém da predisposição fisiológica e de defesa do organismo a estímulos que apresentam risco eminente à sobrevivência diante de certas situações.

As fobias em geral iniciam-se na infância ou na adolescência, com exceção daquelas de origem traumática, as quais não têm idade inicial estabelecida. Os casos iniciados na adolescência têm maior risco de perdurar até a idade adulta. A gravidade da fobia, quando não tratada, normalmente se mantém constante durante todo o curso do transtorno.

A Terapia Cognitivo Comportamental é muito eficaz no tratamento de fobias, pois auxilia na modificação dos pensamentos disfuncionais. A técnica mais utilizada é a dessensibilização sistemática.


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