O amor terapêutico

Para além do tripé que fundamenta a prática de um psicólogo clínico:

Estudo teórico + Terapia pessoal + Supervisão.


Trago hoje a reflexão da importância do amor terapêutico.


Vejo que o amor aparece na clínica como a base do nosso trabalho.


O exercício de olhar para o cliente, livre de julgamentos, acolhendo, apoiando e legitimando as suas falas, faz muito mais sentido se existir amor.


O amor que lançamos pode ser a ferramenta que permite que o cliente se olhe e se ame, se acolha e se aceite.


A terapia pode ser um exercício de ressignificar o que aprendemos durante a vida pela palavra amor.


Parte importante do trabalho clínico é construir relações e isso afeta profundamente, psicólogo e cliente. Durante essa relação, experimentamos diversas formas de amar, em algumas sessões, amamos e sentimos raiva, amamos e discordamos.


O sentir em terapia é mergulho profundo, repleto de sentimentos.


Mais que um bordão de fim de postagem, o meu #façaterapia é uma sugestão, para que você se permita e conheça a sua potência de amar e ser amada.


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