Redes Sociais: O perigo das comparações!



Dentre as redes sociais de hoje, o instagram é a que mais aguça a curiosidade e a que mais influencia as pessoas, principalmente na área emocional. São várias emoções e sentimentos envolvidos. Daí o perigo das comparações. No instagram tem um cardápio enorme de “modo de viver”. As comparações são inevitáveis e o perigo está exatamente aí. Como se comparar com vidas praticamente surreais, com publicações muitas vezes mais parecidas com ficção do que com a vida real? Se a estética não é perfeita, é a aceitação mágica, como se tudo estivesse perfeitamente equilibrado. As comparações sobre tais padrões de estética ou de comportamento trazem uma cobrança desenfreada: “devo ser assim”, “agir assim” e isso pode causar danos à saúde mental/emocional. E quando o assunto é saúde menta/emocional, estamos falando de um gatilho ou o agravamento de muitas questões, como: autoestima, distúrbios alimentares, ansiedade, depressão, entre outros.

O importante é entender que a vida dos influencers não é perfeita, ela pode ser bem diferente do que eles postam todos os dias. Você deve se questionar se as pessoas que você anda seguindo te trazem algum tipo de benefício, incentivo saudável, não de comparação, mas de referência possível. Se as respostas forem NÃO, tudo o que está “seguindo” pode ser prejudicial e a solução mais eficaz no memento pode ser a de afastar, ou seja, sair dela.


Deixo aqui dois exemplos. Um de uma influencer famosa que teve sua saúde mental muito comprometida por ter de viver nesse mundo, sendo refém de se mostrar o tempo todo como todos esperam dela e outo exemplo de uma pessoa que também teve sua saúde comprometida por seguir tais influencer querendo se tornar algo irreal.


“É bom lembrar que a Selena já tratou de depressão e ansiedade e no fim de 2018 deu um susto nos fãs ao ser internada em um centro psiquiátrico após um colapso emocional. Poucos dias antes, ela havia informado no Instagram que se afastaria de suas redes sociais. O texto termina com este trecho: “Apenas lembre-se: comentários negativos podem machucar os sentimentos de qualquer um”.



“Barriga tanquinho, academia sete dias por semana e alimentação saudável. A busca do “corpo ideal” afetou bastante a rotina de Mirian Bottan, que se distanciava do convívio social para não ingerir nada que saísse da dieta. Por volta de 2014, ela encontrava no Instagram a imagem que queria refletir no espelho. “Fiquei viciada nos perfis fitness”, lembra Mirian, que chegava a passar até sete horas por dia colada no celular... “Parei de seguir o conteúdo que fazia com que eu me sentisse mal”, afirma. Hoje, aos 32, diminuiu a frequência do uso do aplicativo. “Às vezes fico um mês sem entrar no Insta”, conta.



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