Tenho um(a) enteado(a), e agora?

No caso de famílias ou relacionamentos formados após um divórcio ou separação, a criança poderá ou não ter acompanhado de perto o período vivenciado por seus pais, o que pode ter sido delicado ou não em sua vida. Esse fator é importante, pois ela levará consigo lembranças e sentimentos que poderão influenciar no relacionamento com a madrasta ou padrasto.


Por isso, separei algumas dicas para lhe ajudar a desenvolver um bom relacionamento com seu enteado(a):


🔸Brincadeiras: busque brincadeiras adequadas à idade da criança, crie um momento de descontração e diversão entre vocês;

🔸Momentos de Lazer: envolva a criança nos momentos de lazer com seu parceiro(a), isso fortalecerá o vínculo entre vocês;

🔸Seja cuidadoso(a) em relação aos comentários que envolvam pai/mãe ou irmãos do(a) enteado(a). O melhor é guardar a opinião para si ou conversar sobre o assunto com um psicólogo, por exemplo;

🔸Aproxime-se e conquiste a confiança: é comum as crianças testarem a autoridade da madrasta/padrasto, podendo compará-los ao pai ou à mãe. Use de sua compreensão e não leve isso para o lado pessoal. Busque conhecer os gostos da criança, assuntos em comum e crie um vínculo com ele(a). Uma alternativa é conversar com o(a) parceiro(a) e perguntar sobre a personalidade da criança e seus gostos;

🔸Diálogo entre o casal: converse com o(a) parceiro(a) sobre seu relacionamento com o(a) enteado(a) e busque esclarecer dúvidas sobre seu papel nesta relação.


No livro "Educando Filhos para a Vida", tenho um capítulo especial dedicado a este assunto.


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🧠Psicóloga Laura Borges

📌CRP: 06/121033



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